A Arena Carioca Fernando Torres foi inaugurada em 8 de dezembro de 2012 e está localizada no Parque Madureira, o terceiro maior parque da cidade do Rio de Janeiro, consolidando-se como um importante equipamento cultural do território.
No período de 2018 a 2022, a AGUAS – Associação para Gestão de Unidades Administrativas e Sociais assumiu a gestão da Arena Carioca Fernando Torres com o propósito de honrar a trajetória e a gênese do homenageado que dá nome ao equipamento, ao mesmo tempo em que buscou superar os desafios da gestão cultural, por meio de uma administração parceira, colaborativa e alinhada às políticas públicas e às diretrizes estabelecidas pela Secretaria Municipal de Cultura do Rio de Janeiro.
A Arena é compreendida pela AGUAS como um espaço de encontro, produção de conhecimento, acesso à cultura e inovação, no qual o público é convidado a se reconhecer e a se apropriar do equipamento cultural por meio das ações propostas. Nesse sentido, as atividades desenvolvidas buscam estimular a participação ativa e o pertencimento da comunidade.
Entre as ações realizadas, destacam-se as oficinas culturais, que, além de promoverem a iniciação artística, incentivam os participantes a dar continuidade às práticas iniciadas na Arena, buscou por outras instituições e espaços culturais, nas áreas de dança, teatro, música, circo, entre outras linguagens.
A programação desenvolvida pela AGUAS teve como objetivo transformar a Arena Carioca Fernando Torres em um espaço dinâmico e vibrante, frequentado não apenas pelos usuários do Parque Madureira, mas também por moradores do entorno e por públicos de diferentes regiões da cidade do Rio de Janeiro. A grade de atividades buscou articular tradição e contemporaneidade, evitando formatos engessados e ampliando as possibilidades de fruição cultural.
Atualmente, a Arena Carioca Fernando Torres contempla em sua programação ações nas áreas de música, dança, teatro, grafite, oficinas e workshops, palestras, além de iniciativas voltadas à terceira idade, jovens urbanos, estudantes, moradores das comunidades do entorno e ao público LGBTQI+, reafirmando seu papel como espaço plural, inclusivo e de acesso democrático à cultura.